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O que ficou de Milão: um olhar sobre a Milan Design Week 2026 no CasaHall

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Mais do que apresentar tendências, o encontro da Agenda do Design no CasaHall partiu de uma pergunta simples: o que realmente fica de Milão?


Esta edição, realizada em parceria com Ornare, Spengler e Oriente-se, reuniu profissionais para um encontro que conectou diferentes leituras do design contemporâneo a partir da Milan Design Week 2026.

Um olhar além da tendência

A jornalista Elaine Colombo abriu o encontro com um overview da Milan Design Week 2026, destacando uma mudança importante: o design deixa de ser sobre novidade e passa a ser sobre significado.


Em vez do produto como protagonista, o foco se desloca para a experiência, a narrativa e a construção de atmosfera. Em um cenário de excesso, o que se destaca é a curadoria — e um olhar mais humano sobre o design.


Materialidade com mais profundidade

Na sequência, Cris, da Oriente-se Tapetes, trouxe um olhar mais técnico e sensível sobre a materialidade.

Referências como a exposição da Gucci e colaborações como cc-tapis + Fornasetti reforçam um movimento claro: o retorno ao artesanal real, à história e à autenticidade.

Mais do que tendência, o material passa a carregar intenção.


O design traduzido para a prática

Encerrando o encontro, um talk mediado por Elaine reuniu Thiago Mondini, Natália Paludo e Mariana Spengler em uma conversa que conectou Milão com a realidade brasileira.


Entre diferentes olhares, um ponto em comum: o design hoje se constrói mais pela experiência do que pelo produto, e o Brasil também tem repertório e identidade próprios para essa construção.


O que fica

O encontro seguiu com um brunch, onde os convidados puderam continuar a troca, explorar o showroom e aprofundar conexões.


Mais do que tendências, o evento reforça um movimento: o design está cada vez mais ligado ao que se sente, se vive e se constrói ao longo do tempo.



 
 
 

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